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Tours Peru Machu Picchu Turismo

Visitas en su viaje a: Tours Peru Machu Picchu Turismo

Precio Viaje

$ 00.00 us

Duracion Viaje

0 dias / 0 noches

Trips Viajes

Excursion diaria

Tipo Tour

Caminata

Ubicacion Viaje

Cusco – Peru

Daily Tours Peru Machu Picchu Turismo

O Peru é um país reconhecido mundialmente pela autenticidade, a biodiversidade, o legado histórico e pelo berço de uma das civilizações mais antigas do planeta. No entanto, atualmente enfrenta desafios de um mercado em mudança e cada vez mais competitivo em viagens e / ou passeios. A pesquisa de mercado realizada mostra que o turista atual busca experiências que marcam uma mudança em sua vida nos passeios, contribuem para sua realização pessoal e, claro, estimulam seus sentidos; tudo acompanhado de serviços e infra-estruturas de qualidade que todos os destinos turísticos devem oferecer nas suas viagens e / ou passeios. Por este motivo, o Plano Nacional de Turismo Estratégico propõe 9 objetivos estratégicos que tornarão o destino do Peru competitivo e sustentável em viagens ao Peru e em todo o mundo. Esses objetivos procuram: o aumento da moeda no Peru, o aumento dos turistas nacionais e internacionais nos passeios para o Peru, a diversificação da oferta para a atração de novos segmentos de mercado, o fortalecimento do recurso humano no turismo, a promoção de uma cultura turística e a oferta de serviços com padrões internacionais de qualidade. É importante enfatizar que, para o cumprimento dos objetivos estratégicos do setor, a articulação público-privada constitui um dos seus principais pilares em todos os passeios. Portanto, o papel de ambos os setores é transcendental e contribuirá para a consolidação do setor de turismo no país – Peru. Em 2012, o Peru assinou a Carta de Compromisso para o Desenvolvimento do Turismo – Livro de Ouro, promovida pela Organização Mundial do Turismo e pelo Conselho Mundial de Turismo e Turismo, através da qual nosso país se comprometeu a garantir um crescimento integrado do turismo. atividade turística no Peru. Nesse sentido, e devido à transversalidade da atividade turística no Peru, a articulação multisectorial desempenha um papel fundamental, uma vez que é necessária a convergência de ações de diferentes setores do Estado com Tours no Peru. Finalmente, e para que o turismo se torne um instrumento tangível de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental, o MINCETUR reafirma seu compromisso com essa atividade, na expectativa de atingir até 2021 a figura de 5,1 milhões de turistas internacionais no mundo. Tours Peru, passeios para Machu Picchu, passeios de Cusco, Puno Tours, Tours de Arequipa, Tours de Lima, etc., aumentam a sua contribuição para o PIB em 4,24%, aumentam o fluxo de viagens pelo turismo doméstico, convertem o turismo na segunda atividade que gera divisas no país do Peru e incentivar a geração de novos empregos, o que contribui para melhorar a qualidade de vida da população no Peru.

Turismo no Peru Machu Picchu:

O turismo emprega milhões de pessoas no mundo, gera intercâmbio comercial, melhora a qualidade de vida das comunidades, reduz as diferenças entre as nações e promove o desenvolvimento dos países através das experiências geradas em viagens ao redor do mundo e com viagens para o Peru. Estas são as razões que nos permitem afirmar que o turismo está se tornando uma das principais atividades geradoras do desenvolvimento econômico e social no mundo e nosso país não está isento dessa tendência. O Peru em 2012 marcou um marco no turismo mundial, já que atingiu o número recorde de 1 bilhão de turistas internacionais com passeios peruanos, conforme informado pela Organização Mundial do Turismo – OMC, e em 2013 deverá crescer 4% em relação ao ano anterior no Peru. Por outro lado, a maior dinâmica de crescimento do turismo internacional está localizada nas regiões emergentes da Ásia, América Latina, Europa Central e Oriental, Oriente Médio e África, onde o Peru é destacado, em contraste com as economias avançadas.

O aumento da classe média em todo o mundo e nacionalmente é outra tendência importante, uma vez que representa uma ótima oportunidade para as empresas abordarem essa nova demanda, que requer inovação personalizada e adaptação aos seus gostos. Do mesmo modo, o atributo “local de origem” está se tornando mais importante, o que significa que o produto é concebido como uma expressão dos valores que identificam uma região ou país de origem, razão pela qual a marca do país também exerce influência. na decisão de compra. Essas tendências, tanto a nível internacional como nacional, são as razões que nos levaram a atualizar o PENTUR e expandir seu horizonte até 2021. Este renovado PENTUR propõe uma abordagem multi-temática, buscando que o Peru desenvolva produtos turísticos diferenciados em seus passeios para Peru, em diferentes setores de mercado, como o turismo cultural, a natureza, a aventura, para mencionar alguns exemplos no Peru. Esta oferta multi-temática visa cobrir segmentos especializados, com base em opções diferenciadas e, ao mesmo tempo, complementares. O principal objetivo do PENTUR é posicionar o Peru como um destino turístico competitivo e sustentável no Peru. Isso procura aumentar a moeda estrangeira gerada pelo turismo receptivo, aumentar o fluxo de turistas nacionais e internacionais no país e posicionar o destino do Peru a nível nacional e internacional. Também busca consolidar e diversificar a oferta turística no Peru, promover uma cultura turística entre peruanos com Tours no Peru, promover o fortalecimento institucional de entidades e instituições estaduais responsáveis ​​pela gestão de destino, entre outros objetivos que permitem tornar o turismo uma ferramenta de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental no Peru.

Recursos Turísticos no Peru:

Os recursos turísticos culturais e naturais que o Peru possui, bem como as características do seu território, levaram à conclusão de que o Peru tem uma oferta multi-temática. A partir desta abordagem, a PENTUR propõe que o Peru desenvolva produtos diferenciados para segmentos especializados em passeios do Peru, passeios de Machu Picchu, passeios de Cusco, Puno Tours, Tours de Arequipa, passeios de Amazon, etc., projetando para cada uma alternativas de acordo com suas motivações de viagem, longe do turismo de massa. O setor de turismo tem uma série de vantagens comparativas e competitivas. Assim, de acordo com o Ranking de Competitividade de Viagens e Turismo do Fórum Econômico Mundial, entre 140 países avaliados, o Peru tem pontos fortes relacionados aos recursos naturais, diversidade de espécies, recursos culturais e eficácia de marketing para atrair o turismo. Por outro lado, de acordo com o mesmo ranking, há desafios para enfrentar nos passeios no Peru, como: segurança em viagens e / ou passeios, infra-estrutura de transporte terrestre, infra-estrutura básica, melhoria do clima de negócios e fortalecimento de recursos humanos em as excursões do Peru.

Algunas tendencias clave en la demanda por viajes y turismo en Peru:

El PENTUR en Peru 2012-2021 recoge las principales tendencias de viaje en el mercado internacional, de las cuales se destacan las siguientes: Búsqueda de autenticidad en los viajes. De acuerdo a estudios realizados5 se ha identificado que hoy en día los viajeros están en la búsqueda de nuevos destinos, culturas, gastronomía, viajes temáticos y deseo por experiencias que sean auténticas, aunadas con el confort, calidad y altos estándares de servicio en cada tours. En este sentido, el Perú, así como otros destinos en América del Sur, Europa Oriental y Medio Oriente, se verán favorecidos por esta tendencia de viajes. PromPerú, en concordancia con las tendencias mundiales ha establecido 06 ejes comunicacionales que alinearan el diseño de los productos turísticos con enfoque de mercado en el Peru, así tenemos:

  1. Tours Peru Actual
  2. Tours Peru Natural
  3. Tours Peru Aventura
  4. Tours Peru Fascinante
  5. Tours Peru Milenario
  6. Tours Peru Cultura Viva

PARQUES ARQUEOLOGICOS DEL CUSCO MACHU PICCH – GUIA INFORMATIVA DEL PERU

El Patrimonio Arqueológico de Machu Picchu, de gran importancia en el periodo de apogeo del Tawantisuyo inca, era conocido limitadamente durante la conquista española y el Virreynato, y fue objeto de saqueo y de extirpación de idolatrías de los españoles contra el imperio inca. Si bien fue en general subestimado y relegado, reducido a algunos monumentos aislados, se lo menciona en distintos documentos, con variadas denominaciones, pichu y otros, que son objeto de estudio arqueológico y científico, como veremos más adelante sobre el Peru. Existen señalamientos sobre su existencia en diversos documentos del siglo XIX, y varios peruanos y personalidades extranjeras lo consignaban, e incluso informaban acerca de él. En 1911 Hiram Bingham, con el respaldo de la Universidad de Yale y el National Geographic Society, realiza lo que se ha conocido como “descubrimiento científico en Peru”, que permitió exponer al país y al mundo la importancia del patrimonio inca de Machu Picchu, estrechándolo a una “ciudad perdida” de los incas. Esta puesta en conocimiento universal resignifica a Machu Picchu en la visión sobre el Perú, y se constituye en un ícono de nuestra identidad nacional y regional. La afirmación respecto a su significado y el resguardo de este patrimonio cultural de Machu Picchu, han ido de la mano con las vicisitudes de la nación en el siglo XX, en un complejo proceso de puesta en valor, descubrimientos, resignificaciones contrapuestas, regional y nacionalmente, relativas a la significación de este lugar asumido como sagrado Machu Picchu en Peru. Desde los momentos de su “puesta en conocimiento al mundo” se impuso el gestionarlo en base al predominio de sus valores turísticos. Durante esta puesta en conocimiento universal se produjo la gravísima separación entre los grandes monumentos líticos de la Ciudad Inca de Machu Picchu, el Camino Inca y sitios incas relacionados en este pueblo de altura y de nexo andino amazónico, y los objetos culturales de piezas arqueológicas incas numerosas, pese a ser reconocidos de titularidad del Perú, fueron retenidos por Bingham fuera del país, y hasta la fecha no han retornado a su lugar de origen que es Machu Picchu. De esta forma, se ha limitado que sea fuente de investigaciones, y de evaluaciones en Peru. Se ha recortado una parte sustantiva del patrimonio en Peru y Machu Picchu, lo que afecta la identidad cultural nacional y regional del Peru. Adicionalmente, durante muchos años el despeje de la maleza tropical en la Ciudad Inca de Machu Picchu era tratado como un asunto de obra pública de infraestructura y no de investigación patrimonial arqueológica inca en Peru, lo que llevó a situaciones dramáticas como la de entierro de restos arqueológicos incas como si se tratara de desechos, y la destrucción de muros incas para abrir facilidades a los visitantes turísticos en Peru. La formación del Parque Arqueológico Nacional de Machu Picchu, ubicado en el ámbito del distrito del mismo nombre Machupicchu pueblo en Aguas Calientes, de la Región Cusco, con un área de 32.592 hectáreas, ha sido una respuesta para dar predominio a la gestión cultural en Peru. Desde mediados de la década de 1930, la Ciudad Inka de Machu Picchu, era atendida por el Estado peruano por personal del ex Patronato Departamental de Arqueología, prácticamente 20 años después de los trabajos iniciados por Hiram Bingham en 1911. Fue creado por Ley 9396 en Peru, con un área de 10,000 hectáreas, constituyéndose en el primer área protegida por Estado y la segunda en el continente Sudamericano, administrada en ese entonces por el ex Patronato Departamental de Arqueología, posteriormente por la Casa de la Cultura Cusco. En 1952 se dispuso por Decreto Supremo su restauración de Machu Picchu. En 1962 se creó el Museo de Sitio en Machu Picchu, a la espera de sus principales piezas, que Bingham se llevó a Estados Unidos, y que ofreció regresarlo al Perú todas sus piezas que hasta la actualidad no devuelve. A partir de 1972 el Parque pasa al Instituto Nacional de Cultura sobre el manejo de Machu Picchu.

Parque Arqueologico de Machu Picchu en Peru:

Con la formación del Parque Arqueológico de Machu Picchu, en una primera instancia se dio mayor interés a las labores de conservación y mantenimiento de la ciudad Inka de Machu Picchu y de Wiñaywayna. A fines de la década del 70 del siglo pasado en Peru, se inician los trabajos de mantenimiento y conservación del Camino Inka a Machu Picchu. Como se puede apreciar, en esos momentos la administración y conservación del parque de Machu Picchu estuvo a cargo del ente encargado del manejo del patrimonio cultural del Peru, lo que expresa que se buscaba superar su reducción al aprovechamiento turístico en Peru. En 1968 el Patronato Departamental de Arqueología del Cusco delimitó la zona con el nombre de “Parque Arqueológico de Machupicchu”, sobre una superficie mayor a las 50 555 ha. En 1972 se elaboró el “Estudio Económico Financiero del Plan COPESCO “a fin de impulsar el desarrollo socio-económico de la zona Cusco-Puno, en el que, entre otros se consignan los sub-proyectos de Equipamiento Turístico y Restauración de Monumentos historicos en Peru. En febrero de 1973, se firmó un convenio de elaboración de estudios del sub proyecto de Equipamiento Turístico, entre ENTUR PERÚ y COPESCO. Se concibió inicialmente la idea de desarrollar un Jardín Botánico que representara la flora de Machu Picchu, como complemento al Complejo Hotelero en Machu Picchu, constituyendo ambos el Centro Turístico de Machu Picchu. La oficina técnica del Plan COPESCO, al iniciar los estudios preliminares para este Jardín Botánico de Machu Picchu, detectó fuertes presiones que afectaban la flora y fauna del lugar de Machu Picchu, por lo que se cambió la concepción inicial del proyecto, reorientándolo hacia la protección del ambiente natural. En base al aspecto turístico planteado por COPESCO, se formuló la creación de un Parque Nacional (área natural protegida) pues respondía mejor a las necesidades del Peru. Esto significaba para los promotores iniciales de la idea, la presencia de un jardín botánico natural como complemento de los atractivos arqueológicos de Machu Picchu. El Centro Turístico de Machu Picchu, inicialmente tenía una superficie aproximada de 50,500 ha. abarcando el área delimitada por el Patronato Departamental de Arqueología del Cusco. Políticamente estaba ubicado en los distritos de Huayopata, Occobamba y Santa Teresa de la provincia de la Convención y a los distritos de Machupicchu y Ollantaytambo de la provincia de Urubamba; comprendiendo los predios de Q´ente, Santa Rita de Q´ente, Torontoy, Huadquiña, Yanama, Totora, Piscacucho, Mandor, Collpani Grande y San Pedro, estando algunos de estos en la fecha de las propuestas, en proceso de afectación y reversión al Estado. En 1981 se superponen la gestión cultural y natural.

Peru en el 8 de enero de 1981, mediante Decreto Supremo se crea el Santuario Histórico de Machu Picchu (SHM). Declara la intangibilidad del área de Machupicchu, la que establece en 32,592 has., como área natural protegida, la que se superpone al parque arqueológico. Asumen ingerencia el Ministerio de Agricultura, con competencia en las áreas naturales protegidas, y el Ministerio de Educación, con competencia, a través del INC del Peru, en asuntos culturales y arqueológicos. El 9 de diciembre de 1983, el Santuario Histórico de Machu Picchu es inscrito por la UNESCO en la Lista del Patrimonio Mundial, Cultural y Natural, con el registro número 54. Luego de esta declaratoria en Peru, se intensifican las labores de conservación y restauración, sin embargo, en mayor medida se incrementa la presión de su puesta en valor, sobre todo en función del turismo para los tours a Machu Picchu. Se agregan, entonces, los intentos de las diversas dependencias estatales ligadas al turismo, para tener ingerencia en los asuntos del SHM. Durante casi toda esa década esta superposición afectó seriamente el manejo del área de Machu Picchu. Fueron diversas las instituciones en superposición en el manejo del SHM, tales como la DRIT, Ministerio de Agricultura, Municipalidad de Machupicchu, Municipalidad de Urubamba, Gobierno Regional, Enturin, entre otras  en el Peru.

EL PLAN MAESTRO (1998-2003) Y LA UNIDAD DE GESTIÓN MACHU PICCHU:

Las debilidades de gestión ante el sustantivo incremento del turismo hacia Machu Picchu, tanto hacia Ciudad Inca como a los Caminos Inca, y los afanes del Gobierno Peruano de ese entonces de acentuarlo aún mas, llevó a que la UNESCO empezara a alertar de los riesgos respecto a este Patrimonio de la Humanidad. El Gobierno del Ing. Fujimori impulsó entonces la elaboración del Plan Maestro del SHM (1998-2003) y en agosto de 1998 se crea la Unidad de Gestión de Machupicchu.

El sustento del Plan Maestro era la conservación del Santuario de Machu Picchu, aunque dio un mayor impulso al incremento del uso turístico y su gestión privada con los tours a Machu Picchu o viajes a Machu Picchu. Sus columnas vertebrales eran el mayor uso turístico en sus tours (ampliación del hotel, iluminación nocturna, visitas las 24 horas a Machu Picchu, etc.); el incremento de facilidades de acceso en los tours a Machu Picchu (teleférico, etc.); y la administración privada de equipamientos, incluida la concesión de Caminos Inca y el ferrocarril hacia Machu Picchu. Se pretendía transformar el SHM en un lugar de atracción global para el turismo mundial, con acceso sobresaturado, lo que ha ido afectando irremediablemente su carácter de lugar sagrado e ícono de identidad socio cultural, regional y nacional del Peru.

Pasaron los años en Peru llegando a la superposición de competencias no se resuelve. Esto se aprecia, por ejemplo, en la elaboración del nuevo Reglamento de la Red de Caminos Inca a Machu Picchu, que lamentablemente sufrió alteraciones en su redacción final por parte del MINCETUR integrante del Comité Directivo de la UGM, así en el nuevo ROF de la UGM, donde se aprueba la creación del Comité Alterno, que está constituido por los representantes del Gobierno Regional del Cusco, DIRTCETUR, INRENA e INC.

Respecto al impacto logrado hasta ese momento en Peru (2000) por el Programa Machupicchu en el desarrollo social y en la protección de la áreas naturales del Santuario Histórico de Machu Picchu, a partir de los niveles de ejecución presupuestal de cada componente se destaca que habiendo transcurrido casi cinco años en tours Peru (71% del plazo de ejecución total) “resulta desalentador”, señalan sus responsables, que sólo se haya ejecutado el 31,12% de los recursos disponibles, ejecutados en acciones cuyo impacto en el manejo del Santuario de Machu Picchu aún no se nota (estudios, planes, reglamentos). La extrema lentitud en el avance global del Programa en Peru, se explica por el gasto en asuntos administrativos e inversiones sin impacto prioritario real. Al influjo de esta primacía orientadora, se empezaron a sufrir diversas acciones que presionaron hacia el deterioro del patrimonio de Machu Picchu, con el desorden en el flujo turístico a Machu Picchu en Peru, el caos en el centro poblado de Aguas Calientes (Machupicchu pueblo)  en el área del SHM, y el incremento de superposiciones de funciones entre distintos sectores de la administración pública del Peru.

LA UNESCO ALERTA AL MUNDO SOBRE MACHU PICCHU, EL PROYECTO DE REHABILITACIÓN DEL RIO VILCANOTA, Y FORMACION DE LA COMISIÓN MULTISECTORIAL DE LOS SITIOS DE PATRIMONIO MUNDIAL

La UNESCO  había estado advirtiendo al Gobierno peruano respecto a los peligros sobre el SHM . Machu Picchu y su gestión, casi prácticamente desde que el Comité de Patrimonio Mundial en su 7 sesión de diciembre de 1983, decidió inscribir el Santuario Histórico de Machu Picchu (SHM) en la lista de patrimonio Mundial. La decisión del Comité de Patrimonio Mundial lee como sigue: “El Comité notó que este sitio se inscribe tanto por sus valores naturales como culturales, ya que esta propiedad cumple con los criterios (i) y (ii). El comité además recomienda que para mejorar el valor natural y cultural de esta propiedad de Machu Picchu, el sitio debería extenderse e incluir el bajo curso de río Urubamba y los sitios de Pisac y Ollantaytambo en el “Valle de los Dioses” De las diversas misiones de UNESCO, la misión IUCN- ICOMOS que se realizó del 25 de febrero al 1ro de Marzo del 2002 tuvo la tarea de:

  1. Analizar el estado de la implementación de las conclusiones y recomendaciones de la misión de 1999 en los siguientes rubros: Arreglos para la planificación y gestión del sitio de Machu Picchu; acceso al sitio de Machu Picchu; gestión del turismo; gestión de Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes); extensión del sitio de Machu Picchu; y el estado de conservación general que incluirá el análisis de factores con mayor impacto en el sitio de Machu Picchu tales como el estado de las investigaciones de los derrumbamientos de tierra en Machu Picchu y los arreglos y propuestas que se hayan definido a tal efecto, incendios forestales y otros (punto 3.5 del informe 1999 del Peru).
  2. Evaluar la situación actual del uso del sitio de Machu Picchu para fines comerciales en términos de reglamentación, control y supervisión de Machu Picchu.
  3. Evaluar el estado de conservación del Intihuatana, las investigaciones que se han realizado y las propuestas que hayan sido formuladas y/o las decisiones que hayan sido tomadas al respecto.

Las observaciones y conclusiones de ésta misión de Machu Picchu indican que entre 1999 y el 2002 no se realizaron avances significativos y ven la necesidad de implementar completamente 10 de las 16 recomendaciones realizadas por la misión de 1999: brindar recursos humanos y financieros a la Unidad de Gestión; asegurar apoyo total a la Unidad de Gestión; establecer mecanismos claros y efectivos de comunicación entre las instituciones involucradas; desarrollar planes de operación a corto y mediano plazo para implementar estrategias delineadas en el Plan Maestro de Machu Picchu, y asegurar su implementación; establecer mecanismos para monitorear la efectiva y adecuada implementación del Plan Maestro; realizar estudios para definir la capacidad de carga de la Ciudadela inca de Machu Picchu y de Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes); Realizar un estudio para determinar los mejores medios de acceso al Santuario y a la Ciudadela inca de Machu Picchu, basados en la capacidad de carga definida; realizar un estudio para la reorganización y reducción de las instalaciones en la Ciudadela de Machu Picchu; proceder con actividades preparatorias para la ampliación del Santuario de Machu Picchu; revisar los criterios de restauración para sitios arqueológicos incas y sus estructuras a la luz de una intervención mínima propuesta en el Plan Maestro sobre Machu Picchu. Desde el 2002 estos llamados de alerta se intensifican, y tiene un momento clave al producirse en abril del 2004 los derrumbes en la zona de Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes), en el centro poblado dentro del SHM – Machu Picchu. Se incluye en la agenda de la sesión de UNESCO del 2004 en China, a fin de tratar considerarla patrimonio en peligro, si el estado peruano no adoptaba medidas efectivas. El INC Nacional y de Cusco, conjuntamente con INRENA, presentan un informe con las nuevas orientaciones de puesta en valor cultural y de conservación del patrimonio natural de Machu Picchu. El Gobierno del Perú presenta otras dos iniciativas: un Proyecto de Reordenamiento y Rehabilitación del Río Vilcanota, en acuerdo con el Banco Mundial, por 8 millones de dólares; y la formación de una Comisión Multisectorial de los Sitios de Patrimonio Mundial, que incluye Machu Picchu. En base a estas consideraciones, es que la UNESCO da un nuevo plazo al Estado peruano, constituyendo la elaboración del nuevo Plan Maestro de Machu Picchu una cuestión clave al respecto.